Quem Somos

Somos um casal que ama missões! Missionários da MIAF - Missão Para o Interior da África.
Nosso desejo é servir no Continente Africano, levando as Boas Novas do Evangelho de Jesus Cristo aos povos não alcançados.Desejamos, através deste blog, poder ser bênçãos nas vidas daqueles que acompanham o nosso chamado e ministério.

05/10/2011

Maior campo de refugiados do mundo completa 20 anos em meio à crise humanitária

Há 20 anos, a rotina se repete: eles chegam sem nada além da roupa do corpo, exaustos das caminhadas de semanas, às vezes meses, famintos em busca de abrigo. Os portões de Dadaab, o maior campo de refugiados do mundo, no Quênia, nunca se fecham - e o complexo, projetado para abrigar 90 mil moradores, está lotado. Nos últimos meses, superlotado: a pior seca no Chifre da África em 60 anos está levando diariamente ao menos 800 pessoas a bater nas portas de Dadaab. 

Passar pela porta de entrada do complexo é uma vitória. Quem conseguiu chegar aqui sobreviveu à saída de sua terra natal, a dias de caminhada sob um calor de 40ºC, passou por estupradores e animais selvagens, enfrentou a fome e a sede. Os recém-chegados são cadastrados, avaliados por um médico e recebem uma cesta básica suficiente para até 21 dias – podendo ser renovada. Depois, a dificuldade é achar um teto: desde 2008, quando o campo foi declarado lotado, não há mais distribuição oficial de barracas. Cada um faz uma casa com o que encontra, de gravetos a sacos plásticos.
Dadaab foi construído em 1991, quando estourou a guerra civil na vizinha Somália, após a queda do ditador Mohamed Siad Barre. A Organização das Nações Unidas (ONU), com a aprovação do governo do Quênia, montou na região fronteiriça (onde já viviam quenianos de origem somali) um complexo de três campos: Ifo, Dagahaley e Hagadera – cada um capaz de abrigar até 30 mil pessoas. A previsão era que o campo servisse de acampamento temporário para aqueles que fugiam, e que eles pudessem voltar para suas casas assim que o conflito terminasse. Mas, 20 anos depois, nada mudou.


Fonte G1

23/09/2011

E agora...Há esperança?

A falta de chuva no Chifre da África tem causado a desnutrição, fome e morte de centenas de pessoas. 
Os povos que tem como fonte de renda o pastoreio de animais estão perdendo o seu meio de sobrevivência e a ajuda de alimentos fornecida por ONG´s e governo já não tem sido suficientes devido ao crescente número de pessoas que tentam sobreviver por mais um dia. Para estes pastores, quando encontram um pouco de pastos para seus animais não há água.
Hoje, povos do Chifre da África estão desistindo de cuidar de seus animais e lutando somente pela sua própria sobrevivência.

E agora...? Estaria a esperança para este povo morrendo?
A palavra esperança hoje tem um significado muito maior e muito mais vivo do que possamos imaginar... A esperança de se ter um amanhã para seus familiares, a esperança de uma nuvem escura no céu com a chegada da chuva, a esperança da próxima refeição, a esperança da vida! Hoje, o que ainda não falta para este povo e o que é mais precioso é a ESPERANÇA!

Estar diante desta realidade só nos faz ter a certeza de que estamos no lugar certo e no tempo certo, e, juntos podemos fazer mais! Conheça o Projeto Fundo Para Fome e participe. Mobilize seu grupo de oração em sua Igreja ou grupo familiar e amigos para orar pela provisão do Senhor sobre os povos que hoje esperam por apenas uma refeição. E agradeça ao Senhor por sermos agraciados com mais do que o suficiente em nossas casas e famílias.

Obrigado por estar conosco!
Em Cristo... a Nossa Esperança!!

Seca no Norte do Quênia




Drought in North of Kenya